Viemos por meio deste, informar que o senhor José …

Viemos por meio deste, informar que o senhor José Domingos Costa Pereira, referido na matéria, se encontra em sua residência em pleno gozo de sua liberdade. Sem muitos detalhes, pois estes cabem agora apenas a justiça, viemos esclarecer que, o senhor José Domingos é graduado em Óptica e Optometria pela UBC, Universidade Braz Cubas, de São Paulo. O único curso de nível superior na modalidade de Óptica e Optometria reconhecido pelo Ministério da Educação (MEC).

O mesmo está legalmente registrado e acolitado pelo COOB – Conselho Brasileiro de Óptica e Optometria, e plenamente apto para atuar em níveis de atenção à saúde e ao estudo técnico-óptico, na promoção, prevenção, aviamento de receitas e laudos optométricos e manufatura das compensações ópticas.

Como informado pelo Delegado responsável pela prisão, “no momento da prisão o falso médico estava realizando uma consulta médica”. Na verdade, ele apenas estava exercendo sua função de Optometrista, pois em nenhum momento, o mesmo se denominou Médico Oftalmologista, então a acusação de que o mesmo se passava por médico, não cabe. Ainda na delegacia, todos os documentos comprobatórios foram apresentados de forma a garantir a veracidade do seu direito de exercer suas funções, estes, por sua vez, foram parcialmente ignorados.

Um fato que muito nos deixa intrigado é que, em nenhuma das matérias que foram veiculadas em TV, rádios, jornais impressos, sites, redes sociais, citou o grau de Optometrista do senhor José Domingos. Por qual motivo esta informação foi omitida, sendo que todos os documentos, diploma e registro foram entregues ainda na delegacia, logo após a prisão?

Após passar o dia inteiro detido na delegacia e a noite no Centro de Triagem de Pedrinhas, os documentos só foram levados em consideração, após a intervenção do Conselho Regional de Óptica e Optometria do Maranhão e do Conselho Nacional de Óptica e Optometria.

No mais, todas as medidas serão tomadas em relação aos autores da denúncia que acarretou este caso lamentável, inclusive a imprensa maranhense.

Wéllida Nunes

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *