Deputado Hildo Rocha defende Gás do Povo e destaca impacto no orçamento das famílias
Em pleno 2026, ainda tinha muitas famílias brasileiras que recorriam à lenha para cozinhar por não conseguirem incluir o botijão de gás no orçamento doméstico. Para o candidato a deputado federal Hildo Rocha (1515), essa realidade mostra a importância de políticas públicas capazes de reduzir o peso das despesas básicas para quem mais precisa. Que ações sociais desse tipo precisam continuar e serem ampliadas. Que ele quer ser deputado federal para manter e ampliar programas sociais como esse.
O programa permite que as famílias contempladas façam a troca do botijão em distribuidoras credenciadas sem pagamento. A quantidade de benefícios pode variar de acordo com o tamanho da família.
Atuação na aprovação do programa
Hildo Rocha também ressalta sua participação nas discussões do programa em Brasília. Segundo ele, durante a análise da proposta, trabalhou pela aprovação da medida e defendeu uma inovação voltada principalmente às famílias da zona rural.
“Eu participei de todas as etapas da tramitação da Medida Provisória que criou esse programa. Trabalhei muito para que ele fosse aprovado”, destacou Hildo Rocha.
Entre as propostas defendidas pelo parlamentar está a possibilidade de utilização de recursos da União para a instalação de biodigestores na zona rural. A tecnologia permite transformar resíduos orgânicos em biogás, criando uma alternativa para a produção de combustível utilizado no preparo dos alimentos. “A família do interior produzindo o próprio gás”, resume Hildo Rocha.
Para o candidato, a medida amplia o alcance social do programa ao combinar transferência de benefício, redução de despesas domésticas e incentivo a soluções que podem gerar autonomia para famílias do campo.
Dinheiro que volta para dentro de casa
Na avaliação apresentada por Hildo Rocha, o impacto do programa vai além da simples substituição de um botijão. Ao reduzir uma despesa essencial, o benefício pode liberar recursos para outras necessidades do orçamento familiar. “Estou falando de dinheiro sobrando no bolso da mãe de família todo mês”, afirma.
O candidato acrescenta que esse dinheiro pode ser direcionado para alimentação, medicamentos e outras despesas importantes. “Quando a família deixa de gastar com gás, esse dinheiro vira comida, vira material de construção, vira remédio”, diz.
Hildo Rocha defende que programas sociais sejam estruturados para produzir efeitos concretos na vida da população, especialmente das famílias de menor renda.
“Programa social bem-feito não é esmola, é o dinheiro circulando onde ele mais faz falta”, declara.
Ao concluir sua defesa do Gás do Povo, o candidato reforça a dimensão social da política pública: “Ninguém deveria ter que escolher entre cozinhar e comprar comida. Boa política é a que resolve a vida real”.
Para Hildo Rocha, ampliar o acesso ao gás de cozinha significa enfrentar uma dificuldade cotidiana que afeta diretamente o orçamento das famílias e garantir melhores condições para que o dinheiro permaneça dentro de casa e seja utilizado em outras necessidades essenciais.
