Em Olho d’Água das Cunhãs, uma visita de Hildo Rocha às famílias beneficiadas pelo programa revela o que os números não conseguem traduzir: a emoção de conquistar um lugar para chamar de seu.
A casa própria ainda nem foi entregue, mas, para Poliana, o sonho já tinha endereço. Mãe atípica, ela recebeu a visita do deputado federal Hildo Rocha em Olho d’Água das Cunhãs.
Diante da nova moradia, a emoção falou primeiro.
“É um sonho muito grande. Eu só tenho a agradecer ao deputado Hildo Rocha e a todas as pessoas que participaram desse projeto que transformou a minha vida. Agora eu tenho a minha casinha própria é um grande sonho. E esse sonho eu já tinha há muito tempo”, declarou Poliana.
A cena sintetiza o significado que uma política habitacional pode assumir quando deixa de ser apenas programa de governo, números, contratos e planilhas e chega à porta de uma família.
Quando a política chega à casa das pessoas
Durante a visita, a advogada e liderança política, Jaqueline Nascimento resumiu o sentimento de quem acompanhava a realização daquele sonho. “Hildo Rocha você não só trabalha, você realiza sonhos.”
O vereador Enock de Paula também destacou a importância da iniciativa para o município: “Apoiar um deputado sério como o Hildo Rocha faz toda a diferença. Trazer casas para nossa querida Olho d’Água das Cunhãs nos faz muito felizes, Hildo.”
De acordo com Hildo Rocha, a casa de Poliana, e de milhares de maranhenses beneficiados pelo Programa Minha Casa, Minha Vida, é o resultado de uma articulação que envolveu diferentes atores.
“Graças ao nosso trabalho, nós conseguimos viabilizar, nesta parceria do Hildo Rocha com a Jaqueline, com o vereador Enock esta casa para a Poliana, com apoio, sem dúvida nenhuma, também do presidente Lula, que é o idealizador desse programa. Poliana está recebendo gratuitamente uma casa de excelente qualidade. uma casa que dá conforto, segurança e dignidade para toda a sua família”, enfatizou Hildo Rocha.
Uma atuação que vai além de um município
A história de Olho d’Água das Cunhãs é parte de uma trajetória mais ampla de Hildo Rocha na política habitacional. Antes mesmo de chegar ao Ministério das Cidades, o parlamentar já mantinha relação com a agenda de habitação no Maranhão.
Em 2023, entretanto, essa atuação ganhou outra dimensão, quando assumiu a Secretaria-Executiva do Ministério das Cidades, participando diretamente da gestão federal responsável pela retomada do Minha Casa, Minha Vida.
O período foi marcado pela tentativa de destravar empreendimentos paralisados ou que enfrentavam problemas financeiros, contratuais e de infraestrutura.
Residencial Mato Grosso: 3 mil famílias beneficiadas


Em São Luís, um dos exemplos é o Residencial Mato Grosso, com 3 mil unidades habitacionais. Durante sua passagem pelo Ministério das Cidades, Rocha conseguiu o dinheiro para concluir a construção das casas e os equipamentos sociais a exemplo de creches, escolas, postos de saúde e praças. Depois de retornar à Câmara, Hildo Rocha conseguiu garantir recursos permanentes para moradia popular.
Outros empreendimentos residenciais do Maranhão foram retomados e concluídos graças ao empenho do Hildo Rocha quando era o secretário executivo do Ministério das Cidades, a exemplo dos Residenciais Magno Cruz I e II somam 400 unidades vinculadas ao Minha Casa, Minha Vida – Entidades, em São José de Ribamar, em Chapadinha, os Residenciais Renascer I e II com 868 casas, o Canto da Serra em Imperatriz com 2.780 casas, todos parados por muitos anos.
A atuação do Hildo Rocha também alcança comunidades rurais com a construção de 17 mil casas.
Entre as iniciativas parlamentares do Hildo Rocha consta também propostas para estabelecer critérios de prioridade, criar mecanismos para reduzir atrasos na execução das obras e aperfeiçoar procedimentos do programa.
A trajetória passa, portanto, por diferentes etapas: articulação, gestão pública, retomada de empreendimentos, acompanhamento, fiscalização e proposição legislativa.
A política que chega à porta
Em Olho d’Água das Cunhãs, porém, toda essa trajetória encontrou uma tradução muito mais simples.
Uma mãe diante da casa que sempre sonhou ter.
Uma comunidade acompanhando a transformação.
E um parlamentar ouvindo os agradecimentos de quem está do outro lado das decisões tomadas em Brasília.
No fim, os grandes números continuam importantes: milhares de unidades, diferentes municípios, projetos urbanos, rurais e destinados a comunidades indígenas. Mas, naquele momento, diante da casa de Poliana, o número deixou de ser a medida principal. A medida passou a ser outra: quanto pode significar, para uma família, finalmente ter um lugar para chamar de seu.
